Se há uma coisa boa que a ilustração cientifica me dá (entre muitas) é finalmente ficar a saber os nomes das árvores pelas quais sempre passei (virtudes e desgraças de ser uma miúda demasiado urbana e sem qualquer familiar com uma quinta... tenho sempre aquela nostalgia do campo). Outra coisa de que me orgulho é conseguir distinguir mais passarinhos para além das pombas, pardais e andorinhas em Lisboa! (mas isso dará um outro post...)
Andei a desenhar, algo livremente, algumas árvores de um jardim das redondezas e com as quais espero vir a fazer um projecto de ilustração cientifica decente.
Celtis australis, que dá pelo nome comum de Lodão Bastardo.
Taxodium mucronatum (cipreste do México). Cheira bem que se farta!
Ginkgo biloba, à qual chamam também nogueira do Japão. As árvores fêmea dão uns frutos que cheriam mal mas mal... assim a atirar pro vomitado. Fora isso é uma árvore linda! Há uma no Jardim da Estrela que fica magnifica quando as folhas ficam todas amarelas.

Tília. Não sei exactamente o nome cientifico mas é daquelas árvores que reconheço a quilómetros porque havia umas duas na minha escola primária e passei a minha infância a brincar com as flores e os "helicopteros" que ela dá.

E finalmente Metrosideros excelsa! Também chamada árvore de fogo (porque dá umas flores vermelhas cabeludas) ou árvore de ferro (porque é rija como tudo). É uma árvore que tem raízes aéreas, o que lhe dá um ar deliciosamente monstruoso!
Em breve haverá desenhos mais detalhados.











