08 fevereiro, 2007

Os mais recentes dramas*

Hoje voltei a encontrar um ataque de formigas à prateleira do açucar na despensa. Este ano elas têm sido infatigáveis, indiferentes às maçicas baixas que eu provoco nos seus formigueiros, de Bio Kill em punho (o insecticida mais parecido com uma guerra biológica que eu consegui encontrar, para não sentir tanto que as pobrezinhas estão em desvantagem... e diz que nem faz mal aos gatos!). Eu até nem me importava de ter formigas a passear pelas esculturas e desenhos, uma aqui outra ali, mas quando me começaram a passear pelos lençóis declarei-lhes guerra!
**Forma plural de uma palavra que não se encontra na Biblia e que designa uma mulher de maus costumes...
*The most recent dramas. Today we had another ant attack in the food storage (thats the word i was looking to put in the drawing, below "despensa"), in the sugar shelve. This year the ants have been particulary busy, they dont seem to care about the massive deaths i provoque in their nests with Bio Kill (the insect killer i chose, that says it doesnt even harm the cats!). I dont mind having ants walking in my sculptures and drawings, one here, another there, but when they began walking in my sheets, i had to do something!
**Plural form of the portuguese word, that is not in the Bible, meaning a woman of misbehaviour...

6 comentários:

apple disse...

Partilho do teu drama!!E tb declarei guerra às formigas!!confesso que tenho feito uso de armamento mais pesado e não tão bio (uso inseticidas q podem lesar os animais domésticos)mas a minha guerra tem sido muito violenta. Nem o frio as tem impedido de ataques continuados...Não sei bem quem ganhou a batalha, quando eu tive que me resignar a guardar o açucar no frigorifico e a deixar vazia a minha latinha dos biscoitos...

Ana Oliveira disse...

Apple: Tenho a sensação que Lisboa está forrada de formigas por dentro... Irra, que raça de insecto! :) Boa sorte!

Goiaoia disse...

Andam verdadeiramente desembéstadas, as formigas.
Facto extraordinário pois, por janeiro-fevereiro elas costumam arrefecer um pouco, a cessar hostilidades. Este ano, coisa inaudita, realizaram "campanha de Inverno".

As formigas sempre me despertaram uma enorme curiosidade. E respeito... No entanto sempre as mantive à distância das minhas casas, das minhas "cavernas". Da porta em diante, noutros espaços comuns, promovo a melhor boa-vizinhança. É a vida delas.
Mas nos meus domínios, referia, tomava atitudes tais como cada vez que avistava uma singela "batedora", explorando onde quer que fosse: cozinha, W.C., whatever... esmagava-a, arrastando o dedo para deixar uma marca indelével de ácido fórmico. Marca segura de alarme para as outras companheiras (Isto sim, é biokill. De resto, esse é dos nomes mais cretinos que já vi em dias de vida. "Matavida"!!! francamente!?!?).
Entretanto... umas quantas mudanças, e, dou por mim num apartamente onde já se instalaram antes com estatuto de potência ocupante. Bom... é mais díficil... É que eu um gosto, e evito, confronto aberto. Não comprei "nada". Quando abusam vão, em massa, pelo ralo do lavatório. Foi o que aconteceu ontem:
O açucareiro, pela primeira vez, estava infestado - já antes me interrogara como é que ele passara incólme - Abro-o e dou de caras até como uma rainha!!! - já tinha lido isso num cómic à muitos anos. É verídico, pode acontecer.
Mas a estória num fica por aqui: na parte debaixo do frigorifico - sim, lá dentro - um carreirinho. Bolas! Turn up high! Frigorifico já para o nível cinco. Desapareceram. Mas, francamente, até no frigorifico? Que raio de coisa.

Boa caça!

Ana Oliveira disse...

goiaoia: se deste cabo da rainha acho que podes respirar fundo: acabaste com elas!

Sara disse...

lol.

Crash disse...

Acho que era escusado teres explicado em português o que era a palavra censurada, acho que ninguém olhar para o desenho e pensa "porque é que ela censurou a palavra penas?" :P.

Boa sorte com a guerra às formigas.

O desenho tá engraçado :).