Hoje passei pela Reitoria da Universidade de Lisboa para resolver um assunto e "deixa cá ver se estes marmelos já têm o meu diploma...". Não que o desejasse por aí além... o diploma foi mesmo aquela coisa que tive de pedir (e de pagar, note-se) para obter o tão mais útil certificado de habilitações.
E afinal tinham-no mesmo.
("A menina teve sorte... muitos não têm..." disse-me a senhora, para se certificar que eu compreendia a magnitude do acontecimento...)
Voltei com ele para casa.
Vinha dentro de uma caixa cilindrica de metal, à qual achei realmente piada e utilidade.
Vinha dentro de uma caixa cilindrica de metal, à qual achei realmente piada e utilidade.
Ano e meio volvido desde que terminei a minha licenciatura, é estranho ter (só) agora o diploma. Até porque não foi nunca algo pelo qual eu tivesse lutado. Não fiz o curso por isto. Não me sinto mais escultora por tê-lo. Não o vou pôr na parede... acho-o até algures entre o pindérico e o supérfluo... e não é que vem todo em latim?!
(A senhora pediu-me para verificar se estava tudo certo. Confirmei o meu nome e o dos meus pais. "Do latim não sei..." disse-lhe. Ela apontou apenas o meu Feliciter. Parece que me licenciei com Bom)
Ando numa de desenhar garrafas. 













































