Vou fazer alguns caderninhos com os colchões da Princesa e a Ervilha. As capas são iguais dum lado e doutro. I'm gonna make some little books with the Princess and the Pea matraces. The covers are the same, front and back.

30 junho, 2007
Caderninhos/ little books
28 junho, 2007
27 junho, 2007
Capuchinha à procura das chaves de casa (ou será do telemóvel?)*
Caderninhos/ little books
Desde que comprei a máquina plastificadora que me tenho entretido a plastificar coisas...entre elas ilustrações que servem de capa para pequenos bloquinhos de papel craft. Medem cerca de 8cm por 12cm. Since i got the laminator machine, i've kept myself busy laminating(?) stuff. Some of that stuff are little illustrations for little book covers, made of a brown paper, called craft (at least here in Portugal).
Há o inevitável porco voador... There is the flying pig...
Uma menina prestes a tomar banho. A girl, ready for a bath.

24 junho, 2007
Ilustrarte

As minhas preces foram atendidas e o ilustrarte alargou o prazo para o envio dos trabalhos: tenho até 31 de julho para continuar a bater com a cabeça nas paredes! (mas o que raio hei-de eu fazer pra mandar para lá?). Confirmem aqui
22 junho, 2007
02 junho, 2007
01 junho, 2007
Enquanto ouvia jazz

Introdução: Normalmente não uso diário gráfico daqueles de desenho (tenho um livro que é um híbrido e leva com tudo, desde listas de compras a ideias para trabalhos). Quanto aos verdadeiros diários gráficos, deixo-os todos incompletos por alturas em que surge o primeiro mau desenho. Em alternativa, para desenhar, prefiro folhas soltas e de uma boa gramagem se possivel, para lhes poder dar aguarela.Fui há pouco tempo assistir a um concerto da Big Band do Hot Club de Portugal na Assembleia da República (levando um desses diários gráficos antigos e incompletos) durante o qual aproveitei para desenhar qualquer coisa. Agrada-me desenhar a ouvir musica... nos meus primeiros anos de faculdade descobri a Gulbenkian e ía frequentemente ouvir a orquestra e aproveitava para desenhar. Depois passei a ir para lá desenhar enquanto ouvia a orquestra. Era bom. Esvaziava-me o cérebro. Depois eles mataram o Ballet Gulbenkian e eu como forma de boicote nunca mais lá pus os pés.
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